Jackson Rangel Vieira - 05/12/2016 02h41 - Atualizado em 15/12/2016 04h38
Rômulo Felipe: O jornalista e o "Monge Guerreiro"
*Jackson Rangel Vieira
 
O jornalista cachoeirense Rômulo Felipe, depois de lançar sua obra prima no Shopping Vitória, ES, agora anuncia o "Monge e o Guerreiro" hoje, 19h00, na Casa dos Braga.  São 400 páginas de ficção medieval, depois de pesquisas pessoais por castelos e monumentos históricos da época espalhados na Europa. 
 
O jornalista surgiu no final dos anos 80, na redação da FOLHA DO ES, então conhecido como FOLHA DE CACHOEIRO. Guerreiro, repórter de ousadia, logo após bom ciclo de peraltice com as letras, construindo crônicas da vida real, saiu para se reinventar em publicações segmentadas. Então, surgiu o monge.
 
Não foi com surpresa a urgimento do escritor, pois alem de montador de palavras, Rômulo Felipe tem em suas veias o romantismo, carismático, e a introspectividade. O Monge Guerreiro, para quem o conhece, tem muito de autobiografia. Os registros imaginários da fase histórica de dores, pela peste negra e guerras, também contém idealismo e sonho.
 
Sua ferve de bom escudeiro na vida real está inscrita nas ruínas mediáveis como assinatura do jovem escritor como desbravador, da sua Aldeia, Cachoeiro de Itapemirim, ES, que traz para a atualidade o passo mágico, místico e de lendas do século IV, com ricos personagens que poderiam ser qualquer um chamado homem comum.
 
O jornalista, com a obra, sua primeira, espera-se de tantas outras, contraria a realidade do senso comum para confrontar a realidade digital, como duas pontas da linha do tempo esticada. A obra é sua própria personificação na medida em que invoca o monge e seu sentimento intrínseco e inerente ao homem na relação com Deus. 
 
*Jackson Rangel Vieira é jornalista
 


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