Redação - 05/01/2018 14h25 - Atualizado em 05/01/2018 14h28
Livro de cachoeirense é eleito a melhor obra nacional em 2017
A fantasia medieval Monge Guerreiro, do escritor e jornalista Romulo Felippe conquistou cíticos e leitores
Eleito o melhor livro nacional em 2017, através de pesquisa realizada pelo maior grupo literário da América Latina – o Reino do Livro/Acervo do Leitor, que é composto por mais de 54 mil leitores apaixonados – “Monge Guerreiro” é a obra de estreia do jornalista e escritor cachoeirense Romulo Felippe. 
O livro foi lançado há um ano e, logo, recebeu a aclamação da crítica especializada. Aos 43 anos de idade (fará 44 em abril), Romulo começou no jornalismo, em Cachoeiro de Itapemirim-ES,  ainda menino, já ganhando seus primeiros trocados na redação do jornal O Brado, do professor José Paineiras.
 
No ano passado ele celebrou três décadas de jornalismo, com passagem marcante, e de muito aprendizado, pelos primórdios da Folha – na época comandada por um dos maiores jornalistas do Espírito Santo, Jackson Rangel Vieira.
 
Foram inúmeros semanários e diários, inclusive como repórter da filial da Globo em Cachoeiro e no carioca O Dia, com um milhão de exemplares diários. Mas foram necessários 30 anos de jornalismo para o cachoeirense debutar na literatura.
E o fez em grande estilo: três meses depois de lançar seu livro de estreia em 2017, assinou um contrato com a Newton Comptom Editori – uma das maiores da Europa – para publicá-lo “Monge Guerreiro” por lá em fins de 2018.
 
A obra
 
A primeira edição do “Monge” está esgotada, considerada uma das maiores vendas de livros independentes do Brasil no ano passado. Já traduzido para o inglês como “Warrior Monk”, a obra de fantasia medieval exigiu fôlego do autor no período de pesquisa de campo: graças ao trabalho desempenhado no jornalismo automotivo, Romulo Felippe percorreu durante 5 anos mais de 50 castelos e vilarejos medievais em 14 países europeus. 
Sempre atento aos pormenores da Idade Média, construiu com isso uma obra com um tema inédito na literatura mundial, partindo da jornada realizada pelos Cavaleiros Templários no transporte das sagradas relíquias Cristãs, unindo História e Ficção em suas páginas (sempre com algum tipo de respaldo histórico).
“Desde menino sempre nutri uma grande paixão pela Idade Média. E foi natural que meu primeiro livro trate do tema com mais intensidade. São mais de 80 personagens em 422 páginas, com vários núcleos como Jerusalém, Grécia, Constantinopla e Itália, entre outros. Foi incrível entregar o ‘Monge’ ao mundo”, revela o cachoeirense.
 
Projetos
 
Os próximos passos do livro estão sendo dados por essas semanas e, se tudo correr bem, virá uma edição de luxo assinada por um grande selo nos meses vindouros.
“Seria um sonho lançar a edição especial na Bienal Rubem Braga, em maio. Amo Cachoeiro e sou bairrista como todo bom cachoeirense. Cresci lendo Rubem, Newton e outros grandes nomes na sombra do imenso pé de Fruta-pão na Casa dos Braga. É a minha aldeia, onde honradamente nasci”, declara.
E 2018 será um ano agitado literalmente para o escritor: em fevereiro ele lança o seu
primeiro romance com viés dramático, “O Farol e a Tempestade” (Drakkar, 300 páginas), em homenagem à esposa Svetlana Bertolo Felippe. Relançará na sequência a edição especial de “Monge Guerreiro”, revista e ampliada, além do livro infantil “O Reino dos Morcegos”, em homenagem ao caçula Gianluca Romanelli Machado Felippe.
 
Sequência
 
E tem mais: além das edições internacionais do “Monge”, vai trabalhar na escrita do seu próximo livro de fantasia medieval intitulado “O Ressoar do Trovão”, entre outros.
Sobre o prêmio de destaque de literatura recebido pela LEIA-SE, Romulo é enfático: “muitíssimo orgulhoso de tal honraria. Ser reconhecido em sua terra natal é muito expressivo e representa muito para um autor em início de carreira. Não importa onde eu vá, levarei sempre Cachoeiro comigo. Obrigado aos meus conterrâneos pela lembrança. Ficará para sempre guardado no meu coração”.
 
A crítica
 
O “Monge Guerreiro” rendeu depoimentos  feitos por jornalistas, críticos literários, escritores e leitores especializados. Confira:
"O coração do leitor vai sangrar em cada golpe que Bastian Neville receber durante sua jornada heróica. Preparem-se para grandes emoções" (Ceres Postali Marcon, autora de "O Ascendente")
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"Sin embargo, leer “Monge Guerreiro” ha sido una grata experiencia. No solo por la incorporación de hechos y lugares históricos, sino por la armoniosa mezcla de una historia bélica Fue por eso que entre Lima y mi último viaje a Turín pude terminar el libro y lo recomiendo definitivamente" (Roberto Argandoña, jornalista peruano)
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"Forte. Bem construído. Poderoso. Essa é uma obra brasileira de uma qualidade grandiosa. É um livro que nos inspira" (Milene Farias, editora do Estante da Mi)
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“He leido ‘Monge Guerreiro’ y sin lugar a dudas es una de las mejores historias contadas sobre la tematica de Las Cruzadas, Los Templarios. Es atrapante, por momentos sorprendente, con rigor histórico. Quien lo lee inmediatamente entra en ese mundo de Caballeros, de valores e ideales. Estoy ante una de las mejores obras literarias que he leido” (Mariano Vidal, jornalista argentino)
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“Apenas vislumbrem o quão bela é a edição desta obra” (Artur Moraes, editor-chefe do Acervo do Leitor / Reino dos Livros)
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“Nos deparamos com um material de muita qualidade que vai encantar os fãs de livros
tanto de fantasia como de romance histórico. As descrições são tão vívidas que somos capazes de nos transportar para os lugares” (Paulo Vinicius, do Ficções Humanas)
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“Uma batalha digna dos grandes nomes da ficção fantástica” (Carlos Gama, leitor especializado)
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“Monge Guerreiro é a minha melhor leitura do ano” (Héber Zalewska, autor)
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“Uma trama intrigante que fascina e prende a atenção do leitor!” Felipe Duarte, leitor especializado
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"Esse talentoso jornalista, uma das grandes revelações da Fantasia Nacional, brindou a literatura fantástica brasileira com uma já clássica obra que está conquistando o país inteiro" (Leonardo Reis, roteirista e autor de "Dragões da Tempestade")
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"Obra incrível de Romulo Felippe. Por mais livros assim na Fantasia Nacional" (Thiago Ultra, autor de 'Escola de Artes Baltazar)
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"Uma história densa, que te transporta pela linha tênue entre o sagrado e o profano. Uma leitura instigante e cheia de surpresas" (Basílio Machado, jornalista e professor)
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“Uma narrativa que prende a atenção já no início e revela um autor super criativo, com um texto gostoso e cheio de surpresas a cada capítulo. Digno de se transformar em um belo filme” (Marta de Souza, jornalista)
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"Romulo Felippe nos apresenta uma escrita madura, com texto fluído e cheio de detalhes" (André Gama, do blog literário Garotos Perdidos)
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“Um livro poderoso e inteligente. 'Monge Guerreiro' é uma obra à altura de qualquer nome consagrado, um orgulho para a fantasia lusófona” (Racquel Vicente, autora portuguesa de “O Ressurgir dos Eternos Titãs”)
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"Cuando un libro te transporta a la época, los personajes, los escenarios, las historias, los conflictos del momento, y te atrapa a seguir  descubriendo es porque su autor supo captar la magia de esa historia. Si cuando lees el libro te sentís un Monje Guerrero es gracias a Romulo Felippe" (Sebastian Gimenez, Manager Comunicacionais na Argentina)
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"Romulo Felippe é um exemplo de excelência na literatura nacional" (Carlos Felipe de Mamam, autor de "Bardíacos - O Início do Fim")
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“O autor revelou-se talentoso em múltiplos aspectos. A escrita dele é empolgante, o vocabulário rico e algumas cenas foram tão brilhantemente descritas que me fizeram senti-las em primeira mão. Romulo Felippe, um nome a não esquecer.” (Nuno Ferreira, autor português de “A Espada que Sangra”)
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“Monge Guerreiro, uma leitura que me faz viajar”
(Marcelo Fonseca, jornalista)
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“Depressão pós livro. Depois de um final incrível, escrito com maestria, me despeço com tristeza do monge Bastian Neville” (Ana Luiza dos Anjos, advogada)
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“Sabe quando você tem necessidade de algo? Pois bem: eu preciso ler o livro Monge Guerreiro" (José Geraldo Mion, jornalista e professor)
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Monge Guerreiro conquistou o público em pouquíssimo tempo e para a nossa honra o autor é brasileiro. É uma obra completa e forte candidata a dar vida aos personagens nas telas do cinema"
(Sarah Camilo, jornalista e professora)
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"Um dos melhores livros do gênero que li" (Bruno Castilho, jornalista e editor)
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“Monge Guerreiro é um livro belíssimo” (Cristina Pezel, autora de ‘O Mundo de Quatuorian')
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“Monge Guerreiro deveria ser elevado ao status de clássico da literatura brasileira. É um livro que irei reler pelo resto da minha vida” (Filipe Azevedo, leitor especializado)
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“Uma viagem empolgante ao passado medieval. Narrativa ágil e detalhista envolve a leitura do "Monge Guerreiro" num clima eletrizante de aventura e suspense. Difícil parar de ler. Equilíbrio perfeito de ficção e realidade”
(Ricardo Panessa, jornalista)
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“Monge Guerreiro é uma das melhores obras que já vi sobre a Idade Média” (Luiz Moulin, cientista político e historiador)
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“Sabemos que um livro é fabuloso quando, na leitura, fazemos uma espécie de imersão espiritual no enredo. Nos sentimos parte daquilo tudo, o livro nos absorve e nos envolve de uma maneira mágica. Já me senti assim lendo "Por quem os sinos dobram" do Hemingway. Só mesmo grandes autores, verdadeiros magos das letras, conseguem esta façanha. E o Romulo Felippe me deu este raro prazer com esta obra impressionante” (Mauro Cassane, jornalista e autor de “A Falta”)
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“Em Monge Guerreiro, Romulo Felippe alia tradição e evolução. Tradição com a descrição dos Templários e evolução com a escrita moderna” (Sérgio Damião, cronista)
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“Lendo ‘Monge Guerreiro’ sinto-me envolto nos acordes dissonantes de Debussy, mas com muito mais vigor. Escuto o livro, a marcha do exército, o trote dos cavalos, o som das espadas e dos sinos, o silêncio da caverna e sinto até o calor do fogo. Uma obra empolgante e impressionista, que mereceria uma trilha sonora de Debussy ou Ravel” (Orlando Merluzzi, palestrante e autor do livro ‘Pensamento Corporativo’)
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"O livro tem toda uma roupagem de ficção histórica onde a fantasia é introduzida com uma parcimônia que torna tudo impressionantemente natural. A jornada, os personagens, os povos, os embates; tudo é tão bom que qualquer outra versão se tornaria desinteressante. Homens morrem, mas histórias não. Certamente não uma boa como essa."
(Rafael Cordeiro, autor de "Até que a morte nos separe")
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“Monge Guerreiro é um livro que nos faz ser não apenas leitores, mas participantes da história pela narrativa criativa e elaborada do escritor Romulo Felippe. Altamente recomendado para todos os que se interessam por ficção e fantasia na Idade Média” (Bruno Garschagen, best-seller da Editora Record com o livro “Pare de Acreditar no Governo”)
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“O romance tem como fundamento um mistério. Como os dois artefatos sagrados foram transportados a pontos tão longínquos? Quem os levou? Aí entrou a imaginação do escritor, que criou a maioria dos 80 personagens” (Alessandro de Paula, repórter de A Tribuna)
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“É um relato que, embora ficcional, busca ser fiel aos costumes do ano de 1238” (Ailton Weller, editor de Folha do  ES), entre tantos outros.


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