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A Vitória que queremos


Armando Fontoura

Armando Fontoura

Empresário, jornalista e ativista político no Espírito Santo

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  13.dezembro.2019

Com pouco mais de 350 mil habitantes, Vitória, a capital do Espírito Santo, metrópole integrada por 80 bairros, localiza-se geograficamente em posição estratégica e, apesar do seu crescimento urbano acelerado das últimas décadas, ainda mantém o charme de suas praias e de suas tradições históricas e gastronomia. Caminhando de forma concomitante com a todo esse privilégio, deveria estar correspondente aos investimentos em melhorias voltadas para da infraestrutura de serviços, hotéis, restaurantes, lazer, arte e cultura, sendo essas, pensadas como propulsoras de transformação urbana e social.

Neste sentido, precisamos entender a cidade como algo que faz parte da vida das pessoas. Uma vez porque, embora seja uma estrutura de imensa complexidade, singelamente lida com relacionamentos e sendo necessário, neste sentido, tem que oferecer possibilidades de convívio social como novas bibliotecas, teatros, e praças e, ambientes que favoreçam as interações, ou seja, espaços que tornem transformem nossa capital em uma cidade educadora, que integre as políticas públicas para privilegiar a formação, promoção e o desenvolvimento dos cidadãos.

Outra questão prioritária é o respeito ao seu próprio meio ambiente, de seu próprio território, de vizinhos e de outras cidades do mundo, bem como a promoção e o desenvolvimento de indivíduos, garantindo que todos possam aprender progredir em todos os momentos e ao longo da vida.

Para que isso ocorra, é imprescindível o investimento na formação de crianças, jovens e adultos para que cada pessoa cidadão atinja o máximo de seu potencial, sua singularidade, criatividade e alcance condições de assumir suas responsabilidades com o coletivo.

Esse papel cabe também ao Poder Público, que deve criar condições para o exercício da plena igualdade, de forma que todos se sintam respeitados e respeitem o próximo, em constante diálogo.

Outra atribuição da Municipalidade é a disponibilização do acesso fácil e irrestrito às tecnologias da informação e comunicação, para que todos tenhamos liberdade em de se expressar e compartilhar seus conhecimentos.

Também é dever do governante municipal proporcionar as condições, essenciais para a à efetivação do exercício pleno da democracia, relação em que e a da coexistência pacífica, a ética, e o com absoluto respeito à pluralidade sejam determinantes.

Nossa Cidade também precisa retomar o investimento nos grandes eventos como forma de gerar emprego e renda. Deve assumir o compromisso de se desenvolvendo aproveitando-se da sua vocação turística, em consonância com investimento na qualificação pessoal, na melhoria da prestação de serviços voltados a potencialidade, movimentando ao setor de entretenimento, hoteleiro e de gastronomia, pois não podemos ficar permanecer a à reboque margem dos grandes centros urbanos.

A Vitória que queremos é uma cidade que prioriza pela segurança, que tenha o desenvolvimento econômico e social, mas, acima de tudo, destinado destinada aos seus moradores, num pacto entre a sociedade e com o poder público, que atuarão de forma parceira, devendo com a prefeitura assumir assumindo sua parcela de responsabilidade sobre a segurança da cidade e o bem-estar de cada indivíduo.

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