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Padre a serviço da política criminosa em Itapemirim-ES

Padre a serviço da política criminosa em Itapemirim-ES

Por Jackson Rangel Vieira

  Por Redação

  06.julho.2019 às 20:15Atualizado em 06.julho.2019 às 20:45

Ovelha negra da Igreja Católica, Valdece Schuenk, um dos padres de Itapemirim, conhecido pela decadência e assédio sexual de fiéis na surdina, se junta ao crime organizado da Câmara de Itapemirim para atingir a Prefeitura.

Schuenk decidiu virar instrumento da organização criminosa que deseja tomar de assalto a Prefeitura de Itapemirim e assinou mais uma denúncia “Fake News” endereçada à Câmara de Itapemirim. Comportamento estranho e totalmente fora do padrão de qualquer padre católico no mundo.

A denúncia tem discussões contábeis sobre aplicação de royalties, em nível estritamente técnico, sendo idêntica na redação e formato às denúncias anteriores anuladas pela justiça.

Ou seja, saiu do mesmo lugar e feita pelas mesmas mãos da assessoria da Câmara . A tese ali presente envolve municípios de todo o Brasil e não somente Itapemirim, mas mesmo assim refere-se à gestão anterior e não à atual.

O padre, contudo, coloca o nome do atual Prefeito, em nítido ato de má-fé e politicagem barata, por motivos obscuros que refogem à dignidade da batina. Após a denúncia, o padre passou a ser celebrado e festejado pelo Presidente da Câmara e seus aliados nas redes sociais.

O padre não fez o documento e se prestou apenas a assinar o papel para gerar um processo na Câmara contra a Prefeitura. O conteúdo não condiz com sua formação profissional e foi endereçado a Câmara em um jogo combinado, típico da velha política que busca instabilizar e propagar o caos no município.

Ora, se o padre não tem conhecimento técnico do assunto e, pior, assinou para prejudicar pessoas e colocar a batina a serviço do crime organizado, ele não só desonrou os deveres do cargo, como feriu o 2º e o 8º mandamento de Cristo: “não levantarás falso testemunho” e “amarás ao próximo como a ti mesmo.”

A denúncia do padre não foi para o MP, nem para nenhum órgão de investigação, mas somente para a Câmara de Itapemirim, onde a organização criminosa ali instalada tem controle dos processos para sangrar a Prefeitura, sem compromisso com a seriedade e com o Estado de Direito.

Schuenk revela assim o lado obscuro e promíscuo da Igreja Católica, assinando “Fake News” que destoam de sua capacidade técnica de compreensão. O padre se torna com isso instrumento de uma facção política, tida como criminosa e desmoralizada, à frente da Presidência da Câmara.

Surpreende o fato do padre Valcede Schuenk não denunciar fatos criminosos e evidentes contra membros da Câmara, aos quais presta serviço sujo, escondido atrás da batina. A igreja católica passa a ser exposta pela indignidade do Padre, que usa a Instituição para fazer o mal, propagar desinformação e ajudar o crime organizado na cidade.

O fato do padre não denunciar rachid e corrupção do Presidente Mariel Delfino Amaro, nem dos crimes de seus vereadores aliados mostra a faceta da trama e os fins escusos de Schuenk. Por motivos obscuros, o padre embarcou na canoa furada da Presidência da Câmara de Itapemirim, que deseja controlar o orçamento e cargos da Prefeitura a todo custo.

O Poder Judiciário e o Ministério Público investigam a organização criminosa por ataque às Instituições e autoridades, ao arrepio do Estado de Direito e da Constituição. O padre se torna, portanto, sócio dessa organização e quer usar o capital Igreja Católica para dar peso a denúncia “Fake News”. Há flagrante violação dos deveres do cargo de Padre.

Fontes da coluna revelam que o padre ovelha negra tentou emplacar nomes de sua relação pessoal em cargos comissionados na Prefeitura, mas não teve êxito nos pedidos fisiológicos. Isso teria mexido com sua vaidade e o motivou a agir irresponsavelmente, emprestando seu nome para fazer serviço sujo de “Fake News”.

Com isso, negociou a grife de uma batina da Igreja Católica para ser compensado no presente e no futuro. Schuenk sabe que ao assinar uma denúncia poliqueira, misturaria sua pessoa física com a pessoa jurídica (Instituição) Igreja Católica. Ao assim agir, o fez dolosamente, com má-fé, revelando despreparo e esperando contrapartidas presentes e futuras da organização criminosa.

As perguntas que não querem calar:

Por qual motivo o Padre só endereçou a tal denúncia à Câmara?

Por quê assinou documento idêntico aos demais feitos contra a Prefeitura, no mesmo formato e padrão, feitos pela mesma assessoria da Câmara?

Por qual razão expôs a batina como se fosse especialista em aplicação de royalties e regras contábeis, que não conseguiria explicar se fosse intimado a se explicar e esclarecer a denúncia que assinou?

São perguntas que, ao que tudo indica, só Deus poderá responder. Mas o MP e a própria Igreja Católica podem ajudar nas apurações desse falso testemunho do Padre Schuenk aqui na terra.

Com a palavra, também, o arcebispo Dom Dario.

REPRESENTAÇÃO ASSINADA PELO PADRE QUE JÁ EXISTE NO LEGISLATIVO EM MESMO FORMATO


Fonte: folhadoes.com

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