As sementes que depositamos no solo de nosso histórico na Terra não desabrocha instantaneamente. É preciso fé e paciência para esperar sem temor e desconfiança as recompensas esperadas. Além disso, sabendo das boas semeaduras não tem o que temer o futuro. Todavia, o imprevidente precisa se ater aos próprios atos e a começar a fazer a sua renovação interna. Não há nada mais perigoso do que aquele que se julga estar certo, mas não está. Quem se alinha a Jesus Cristo e as providências divinas sabe da necessidade da reforma íntima e de tratar bem o próximo como a si mesmo. O exercício é de cultivar tanto as flores do jardim, quanto podar os inços. Quem não descuida do pátio sabe que os inços mais danosos são aqueles que se faz vistas cegas, ainda que em algum momento será confrontado com o destino.

Deste modo, Jesus Cristo é o jardineiro fiel que não se atém as aparências, mas visa a religação definitiva do ser humano com o Pai Criador. É adentrar no círculo virtuoso de justiça e de amor, trabalho e progresso.

Àqueles que se qualificam pelo amor, caridade e senso de justiça sabe que a vida é para ser enfrentada tanto com o trabalho das semeaduras, quanto a certeza das colheitas. Mais do que o simples depósito, a responsabilidade da confiança em Deus e que não há nada por acaso. A vida é uma legítima escola para amadurecimento do livre arbítrio e do crescimento para com os seus atos. Amar a Deus e a Jesus é saber cuidar da sua casa espiritual e de torná-la bela aos olhos de todos.