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Casagrande indefeso


Jackson Rangel Vieira

Jackson Rangel Vieira

Jornalista. Criador do primeiro jornal diário impresso fora da Capital do Espírito Santo. Vanguardista no lançamento do primeiro site fora da Capital. Um dos primeiros do Estado em investir nas redes sociais, com cerca de 200 mil seguidores só no twitter. Defensor incondicional da liberdade de expressão.

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  25.março.2020

O governador Renato Casagrande (PSB), Espírito Santo, mesmo apresentando muita produtividade na sua governança de 1 ano e 3 meses, carece da empatia das redes sociais e dos meios de comunicação tradicionais com editoriais e artigos ressaltando os feitos positivistas.

Os grupos das redes sociais conseguem produzir estragos com a ausência da coragem dos aliados que não se apresentam com a mesma pujança. É gente que está empregada no governo ou tem parceria com a gestão entres aspas, contudo preferem encolher-se sob a intimidação opositora na voz dos perturbados.

Esse tipo de acanhamento é a causa da mediana influência do governador na maioria dos municípios do Estado no processo eleitoral. Geralmente, a liderança regional tem mais capacidade de sedução sobre os eleitores do que o maior líder do Espírito Santo. Não significa reprovação do Governo, mas diminui o tamanho do seu Chefe de Estado.

Falta ao governador um exército dos "300 espartanos". Isto é percebível no mapeamento dos meios de comunicações convencionais ou pós modernos. Poucos se atrevem a emitir opinião ou editorial fundamentado sobre o desempenho do Chefe do Executivo. Esse falseamento é extremamente perigoso para projetos a médio prazo.

O pior, essa apatia é o fracionamento e omissão dos assessores mais próximos do governador que recebem relatórios equivocados, induzindo a tomadas de decisão menos acertada. Um tipo de torre de babel, Morosidade na reação e centralização do poder de informar. Mas, é o que Casagrande tem disponível, todavia pode e deve melhorar essa conexão multifacetada.

Exemplo clássico de demora de reação foi a propagação do edital da contratação de agência ao valor de R$ 1 milhão sem licitação para produzir informativo educativo sobre o combate ao Coronavírus. O Governo demorou a respondeu, enquanto as redes sociais no tempo real não perdoou ao conjecturar como absurda a decisão com realidade virtual aumentada.

O Governo Renato Casagrande pode contar nos dedos os seus defensores, entretanto, os omissos são tão considerados em reconhecimento no bônus quanto os "aliados" coniventes com notícias soltas e falsas. Ou seja, a conexão prol governo não cresce e os escudos da governabilidades brocham. A Comunicação como está funcionando para disseminação só de registro não funciona.

Por que a comunicação cartesiana não prospera no governo do socialista? Simples: é seletista com vista a um futuro incerto, prevendo uma reeleição sem risco. Esse planejamento não dá certo. Um povo sem paciência precisa de segurança do conhecimento antes das contra informações. Essa corrida não é de maratona, É de de 100 metros rasos.

A propósito, essa subnutrição do formato de do marketing e publicidade, sem valores agregados que incentivem os socialistas a saírem do esconderijo para o meio da sala e dançar conforme a música, traz danos à credibilidade do governador, mesmo com lives serenas. Ou assumem o governante ou o governante deveria sumir com esses. Essa área não é para amadores.

Só tecnocratas não salvam o politico, mas o político pode salvar os tecnocratas .

Resposta tardia do Governo após muitos ataques durante o dia de ontem sobre o tema

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