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Capitulo V: O Início do Meio


Jackson Rangel Vieira

Jackson Rangel Vieira

Jornalista. Criador do primeiro jornal diário impresso fora da Capital do Espírito Santo. Vanguardista no lançamento do primeiro site fora da Capital. Um dos primeiros do Estado em investir nas redes sociais, com cerca de 200 mil seguidores só no twitter. Defensor incondicional da liberdade de expressão.

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  23.maio.2020

A força da mulher era predominante no reino do Czar

O Palácio da Capital Secreta tremulava com seus habitantes em tentativa de incentivar o desanimado czar a reagir ante uma frente de indignação em curso. O medo abadia os parasitas que saqueavam o império. A possibilidade de perder o poder, colocariam toda escória da corte como viúvas perturbadas com agravamento de transtornos psicóticos de várias categorias.

Lembra do bobo da corte, um tipo de Rainha de Sabá que visitou Salomão, importado da assessoria do irmão do Príncipe falecido, o caçula, era uma decepção em fazer o ditador rir, aliviar as dores da alma e de relaxar a espinha arriada do fantoche governado pelo Rasputin. As mulheres predominavam em força e poder por meio da sedução e da cópula. Elas era o início do meio do desgoverno.

A imperatriz, mulher idônea, era obrigada a suporta as inclinações de lascívia do esposo. Adorador das artes cênicas, conhecia os truques da enganação para manter seus fetiches. As mulheres corromperam os pilares que sustentavam a Capital Secreta,. Uma das ministras, por exemplo, cavalgava sobre dois a três cavalos do tabuleiro. O Xeque mate estava próximo. Os dissidentes se fortaleciam.

A família real, na verdade, corria risco de vida. O povo em revolta insinuava levante de se juntar ao bloco armado que marchavam em direção para depor o cancro da nobreza. A roubalheira imparável e o desampara do povo produziam o pavio curdo para a implosão revolucionária em curso. Enquanto isso, o Princípio jogava na masmorra os seus denunciantes raros, mas considerados perigosos como formadores de opinião.

Era, de fato, o início do meio, porque o fim estava naquele momento imprevisível. O Príncipe tinha delírios. Ora levantava que poderia vencer a melancólica adversidade. Ora despertava em pesadelo, pensando em abandonar o castelo em desalento com o desgaste. O empoderamento feminino era essa fase do início do meio. Mandavam e administravam em cima do pobre refém Czar.

Rasputin anulou os conselhos da esposa. Humilhava o irmão mais velho do imperador. A desordem era, na verdade, um planejamento de controle da mente do Czar. Ele foi blindado na bolha da lascívia. Em síntese, ficou dito como retardado. Uma ala tentava proteger o reinado com interesses espúrios. A outra ala, também. A teoria do caos estava instalado na corte.

O irmão do Príncipe não podia reagir ao flagelo. Os negócios da família iam bem com ele no poder, mesmo sofrendo de complexo de inferioridade diante do mago que se apossou da Capital Secreta e de todas as suas riquezas. As migalhas, também controladas, eram um cala-boca para manter a herança familiar do Czar, quase confiscada pelo sistema político antecessor.

* Próximo Capítulo: Os Sonhos Libidinosos do Czar

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