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Site de traição cresce mais entre mulheres no Brasil

Site de traição cresce mais entre mulheres no Brasil

Com média de 5 mil novas contas por dia, Brasil está entre os países que mais crescem na rede de traição Ashley Madison

  Por Redação

  14.março.2021 às 12:12Atualizado em 14.março.2021 às 12:16

O site de traição Ashley Madison registrou um crescimento maior entre as mulheres do Brasil durante o ano de 2020, de acordo com dados oficiais divulgados pela plataforma. Ao longo do ano, a rede que atrai pessoas comprometidas em busca de novos relacionamentos registrou a presença de 2,2 mulheres para cada homem.

Outro dado importante é que, na média, o Brasil registrou 137.611 novas contas por mês no site, ficando apenas atrás dos Estados Unidos no ranking de 21 países. Com média de quase 5 mil registros por dia só no Brasil, a Ashley Madison já soma uma comunidade de 70 milhões de usuários no mundo todo, um número que tende a crescer mesmo com a pandemia.

Ashley Madison: mulheres brasileiras têm procurado serviço de traições mais que os homens — Foto: Divulgação/Ashley Madison

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A grande proporção de mulheres em relação a homens não é uma exclusividade brasileira. Na Colômbia, a marca chega a 2,8 mulheres para cada homem, enquanto que na França a proporção também é alta, por volta de 2,5. A diferença é que esses dois países registram uma média mensal de novas contas muito menor que a brasileira: são cerca de 5 mil novas contas ao mês na Colômbia e 2 mil para a França.

Segundo pesquisa da plataforma, pessoas em relacionamentos estáveis que passam por situações de grande nível de estresse preferem procurar apoio de alguém que não seja seu esposo ou esposa. Os dados mostram que os usuários em tempos de pandemia têm o tédio como principal motivação para buscar conhecer novas pessoas, sendo esta a justificativa em 49% dos casos. "Isolamento e solidão" foi a causa eleita por 30% dos entrevistados, seguida de "frustração e raiva" por 29%. As categorias "preocupação e medo" e "ansiedade e sobrecarga" empataram, com 24% dos votos cada.

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Outra observação importante é a de que a pandemia e os meses de distanciamento social, quarentena e eventuais lockdowns não surtiram efeito na inibição do desejo de trair. Segundo o site, ainda há disposição suficiente para encontros reais, embora 65% admitam estar mais criteriosos na escolha de novos parceiros. A Ashley Madison afirma também que muitas pessoas têm simplesmente tirado proveito de trocas de mensagens e bate-papo pela Internet.

O estudo ainda reporta que, para os participantes da pesquisa, a traição e a busca por relacionamentos extraconjugais são vistas como formas de manter o casamento e até mesmo de cuidado pessoal. Enquanto apenas 1% dos participantes do site se vê deixando seu cônjuge, 45% se dizem animados, 47% se enxergam mais sexuais e 44% também se percebem mais desejados. Para 32%, a busca por traição na pandemia trouxe um sentimento de valorização. Outros 30% se dizem mais relaxados, 28% se definem mais confiantes e 19% se sentem mais considerados.


Fonte: Por Filipe Garrett, para o TechTudo

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