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Fiscalização do Ipem-ES retira produtos irregulares do mercado

Fiscalização do Ipem-ES retira produtos irregulares do mercado

Operação teve como objetivo verificar a conformidade de materiais elétricos, artigos escolares, eletrodomésticos e utilidades do lar comercializados na Grande Vitória

  Por Redação

  14.janeiro.2020 às 09:57Atualizado em 14.janeiro.2020 às 10:05

Uma fiscalização realizada pela equipe técnica do Instituto de Pesos e Medidas do Espírito Santo, órgão delegado do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia no Estado, teve como objetivo verificar a conformidade de materiais elétricos, artigos escolares, eletrodomésticos e utilidades do lar comercializados na Grande Vitória. A ação foi realizada nos dias 02 e 03 de janeiro, em lojas e distribuidoras.

Ao todo, mais de 60 tipos de produtos foram fiscalizados, dentre eles plugues, tomadas, materiais escolares e eletrodomésticos de uso na culinária em geral. Desse total, seis cordões conectores apresentaram irregularidades, além de 830 produtos com plugues incorporados.

O diretor técnico do Ipem-ES, Lindomar Gomes, falou sobre a importância da fiscalização. “Trata-se de uma ação rotineira. No início de ano é comum que grandes lojas queiram fazer a popular queima de estoque. Quisemos aproveitar este período para verificar possíveis irregularidades na comercialização desses produtos como a ausência do Selo do Inmetro que garante a conformidade do produto com as regulamentações vigentes”, explicou.

Gomes também comentou as irregularidades encontradas nos produtos. “Os conectores e plugues possuem diversas funcionalidades e devem obedecer a uma normativa específica do Inmetro. No Brasil, não é permitido que os plugues incorporados aos aparelhos eletrônicos possuam ligas de ferro em sua composição, porque podem causar aquecimento e até curto-circuito, como foi o que encontramos durante a ação de fiscalização, principalmente, em carregadores de celular advindos de procedência duvidosa", afirmou.

Segundo o diretor, os materiais irregulares serão destruídos ao término do processo por não ser possível o reaproveitamento ou outra utilização.


Fonte: Governo/ES

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