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Politica econômica e fiscal do ES fracassa em 2022, segundo projeção do PIB

Politica econômica e fiscal do ES fracassa em 2022, segundo projeção do PIB

O PIB é a soma de todos os bens e serviços realizados dentro dos Estados, serve para medir o comportamento da economia

  Por Redação

  11.janeiro.2022 às 14:41Atualizado em 11.janeiro.2022 às 16:22

O levantamento, realizado pela MB Associados Análise Macroeconômica, mostra projeção do Produto Interno Bruto (PIB) do Espírito Santo negativando em menos 1 a 0%. Enquanto a Paraíba em primeiro com índice superior a 4%. E o menor ficou com Minas Gerais, que reduzirá a menos 1% negativo.

Com penúltimo pior índice no país, Espírito Santo mostra o reflexo desastroso da política econômica e fiscal estabelecida pelo governo do Estado dentro do período da pandemia do coronavírus.

A recessão que era prevista pelo momento conturbado da economia mundial, foi potencializada com a priorização de ideais e convicções, como o lockdown, em detrimento dos fatos que realmente deveriam nortear o processo de transição da crise. Evidenciando que as ações do governo estadual foram inconsequentes e desprovidas de amparos técnico e científico.

Além das decisões contestáveis tomadas pelo governador Renato Casagrande (PSB), que colapsaram a economia propositalmente, a instabilidade política trouxe reação negativa do mercado interno, provocando retração dos investimentos no Espírito Santo. Fruto da batalha bestial travada por Casagrande e outros políticos, em cenário nacional, com alvo a derrubada do presidente Jair Bolsonaro (PL).

Análise do economista

Na análise do economista Celson Barros, quando citamos a diminuição do PIB ”Estamos falando em resseção. Em perda de renda, menor produção, diminuição na geração de serviços, baixa no consumo das famílias, menos investimentos e baixa na geração de empregos e consequentemente aumento do desemprego.”

Quais as características de uma recessão?

A recessão econômica inclui diferentes situações, como:

  • redução do nível de atividade econômica;
  • aumento do desemprego;
  • redução dos indicadores de consumo e investimento;
  • redução da renda familiar;
  • diminuição da renda agregada da sociedade (soma de rendas como salários de pessoas e lucro de empresas).

Essa retração também afeta as empresas, com redução de lucro e mais risco de falência.

Para resumir, a redução no PIB é o aumento da pobreza e das desigualdades de volta em solo capixaba.


Fonte: Opinião ES

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