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Homem que armazenava e compartilhava pornografia infantil é condenado

Homem que armazenava e compartilhava pornografia infantil é condenado

  Por Yasmin Silva

  23.junho.2020 às 13:55Atualizado em 23.junho.2020 às 14:05

O Ministério Público Federal, por meio da Procuradoria da República em Linhares (ES), obteve a condenação de um homem que armazenava e compartilhava material com que continha pornografia infantojuvenil. Foi determinada pena de seis anos, dois meses e 28 dias de reclusão. No entanto, como o réu já chegou a ficar preso no decorrer do processo, deverá cumprir ainda do total da pena aplicada cinco anos, 7 meses 29 de reclusão.

A sentença proferida pela 1ª Vara Federal de Linhares determinou que o cumprimento da pena seja, inicialmente, em regime semiaberto. Contudo, o juiz manteve a prisão preventiva do réu até o cumprimento definitivo da pena com o objetivo de assegurar a ordem pública. O nome do condenado não será divulgado, pois, o processo está sob sigilo.

Segundo a denúncia do MPF, agentes da Polícia Federal, em cumprimento de mandado de busca e apreensão, flagraram diversos arquivos, imagens, fotos e vídeos contendo vasto material com conteúdo pornográfico armazenando no computador pessoal, HD externo, máquina fotográfica, celular e CD/DVD, todos de propriedade do réu.

Ele possuía armazenados em seus dispositivos eletrônicos aproximadamente 2.834 imagens e 1.484 vídeos com conteúdo típico de pornografia envolvendo crianças e adolescentes.

Além da grande quantidade de arquivos encontrados sob posse do réu, os registros das conversas mantidas por ele com outros usuários dos aplicativos por ele utilizados para compartilhamento de fotos e vídeos revelaram uma reprovável inclinação para a prática de crimes contra a dignidade sexual de crianças e adolescentes. Em tais conversas, o acusado indica sua “preferência” de faixa etária e até mesmo insinua já ter praticado atos sexuais com vulneráveis.

As investigações que levaram à condenação do réu, apontaram que ele adotava tais práticas há, pelo menos, oito anos e tiveram início a partir de informações de autoridades suíças que investigavam caso semelhante naquele país.


Fonte: folhadoes.com

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