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Homem é condenado por estrangular e decapitar a mãe em Piúma, ES

Homem é condenado por estrangular e decapitar a mãe em Piúma, ES

De acordo com a polícia, Gabriel Moraes Moreira estrangulou e decapitou a mãe

  Por Redação

  14.junho.2019 às 09:02

Um homem acusado de matar a própria mãe, em Piúma, no Sul do Espírito Santo, foi condenado a 27 anos e 9 meses de prisão, nesta quarta-feira (12).

O crime aconteceu em setembro de 2015. O corpo de Heliane Santana Moraes Moreira foi encontrado em uma praia da cidade quase um mês após ela desaparecer.

De acordo com a polícia, Gabriel Moraes Moreira estrangulou e decapitou a mãe. “Lá ele enterrou a cabeça e o corpo juntos. E os olhos, segundo ele, ele retirou e jogou no mar”, disse o delegado Geraldo Peçanha, na época.

O CRIME

O crime chocou todo o Sul do Estado pelos requintes de crueldade do acusado. A família morava no bairro Acaiaca, em Piúma.

Na época, o então delegado de Piúma, Geraldo Peçanha, contou que as investigações começaram após o desaparecimento da vítima no dia 29 de agosto.

“Na data, Gabriel e Heliane foram vistos em uma pizzaria da cidade. Na segunda-feira, como ela não aparecia, o marido, que trabalha em Vila Velha como taxista, fez boletim de ocorrência informando que a mulher estava desaparecida”, contou o delegado.

A polícia começou a suspeitar de Gabriel, pois Heliane não saía sem o celular, nem deixava de se comunicar com a polícia. Em um dos quartos da casa da família, foi usado luminol, um produto que revela a presença de sangue e vestígios de sangue foram encontrados.

Após a prisão rapaz confessou todo o crime. “Em depoimento, ele disse que não estava mais suportando a mãe em razão das cobranças. Ele passava por tratamento de dependência química e, em razão disso, naquela noite resolveu acabar com tudo”, detalha Geraldo Pessanha.

Gabriel contou à polícia que estrangulou, decapitou e arrancou os olhos da mãe. Enrolou o corpo em um edredom para levar até a orla da praia de Maria Neném. A família alega que o jovem sofre de esquizofrenia, mas nenhum laudo apontou o distúrbio.

O corpo e a cabeça foram enterrados em uma cova de, aproximadamente, um metro e meio, aberta com uma pá. No ato da prisão, Gabriel Moraes foi encontrado com a arma do crime na cintura.


Fonte: G1 ES

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