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Menor de 9 anos é estuprada e obrigada a beber “catuaba” pelo padrasto

Menor de 9 anos é estuprada e obrigada a beber “catuaba” pelo padrasto

O suspeito foi preso no dia 13 deste mês e teve a prisão convertida em preventiva pela Justiça

  Por Redação

  26.abril.2019 às 15:38

Em atendimento psicossocial, a criança de 9 anos obrigada a tomar bebida alcoólica no último dia 12 no Bairro Zé Pereira, confirmou que foi violentada pelo pedreiro de 45 anos, padrasto dela. O nome do suspeito não será divulgado para preservar a identidade da vítima.

Conforme a delegada Anne Karine Trevisan, da Depca (Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente), na primeira vez que foi ouvida, a criança estava com muito medo e não quis falar. Porém, na segunda-feira (22), a vítima foi ouvida novamente e confirmou que foi violentada.

Tanto a mãe quanto o padrasto da criança negam o crime. No entanto, o suspeito confirmou que deu Catuaba (bebida alcoólica com propriedades afrodisíacas) para a enteada. O pedreiro foi preso no dia 13 deste mês e teve a prisão convertida em preventiva pela Justiça. A polícia continua investigando o caso e mais testemunhas serão ouvidas.

Crime

Equipe policial foi acionada por vizinhos após a vítima gritar por socorro em frente à casa onde mora com a mãe e o suspeito. A polícia foi ao local e, questionada sobre o motivo do pedido de socorro, a criança disse que tinha vergonha de contar o que havia acontecido. Ela também apresentava dois cortes no peito, mas se contradisse ao tentar explicar a origem dos ferimentos.

A criança passou por atendimento pela equipe de psicólogos da delegacia e revelou que apanhava do padrasto quando não fazia o que ele queria. Porém, não relatou quais seriam os pedidos do homem. ”Ela demonstrou medo dele”, disse a delegada.

O suspeito tem duas passagens pela polícia por estupro, sendo um deles de vulnerável. O último crime ocorreu em 2013 e o pedreiro estava em liberdade condicional. A vítima está sob cuidados do Conselho Tutelar. O suspeito é casado com a mãe da vítima há dois anos. O caso segue investigado pela delegacia especializada.


Fonte: Campo Grande News MT

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