Folha do ES
Sáb, 20 de Jul
FESTA NA ROÇA - HECI

Home   Polícia     Brasil


“Foi a solução”, diz mãe após assassinar o filho de 9 anos. Vídeos

“Foi a solução”, diz mãe após assassinar o filho de 9 anos. Vídeos

Presas na 26ª Delegacia de Polícia, Rosana Auri e a companheira, Kacyla Priscyla, deram detalhes sobre o crime brutal praticado contra a criança

  Por Redaçao

  01.junho.2019 às 18:25

A cabeleireira Rosana Auri da Silva Candido, que assassinou o próprio filho, Rhuan Maycon da Silva Castro, de 9 anos, revelou os motivos para ter cometido o crime na noite dessa sexta-feira (31/05/2019).

A mulher afirma que tanto o pai da criança, ex-namorado dela, quanto seu próprio pai, avô de Rhuan, a agrediram física e verbalmente há cerca de dois anos, por ela ter se convertido à religião evangélica.

“Para mim, foi a solução. Seria hipocrisia minha dizer que não sabia o que estava fazendo, mas [matar o menino] foi a única coisa que passou na minha cabeça”, disse na 26ª Delegacia de Polícia (Samambaia Norte), onde está detida.

A companheira de Rosana, Kacyla Priscyla Santiago Damasceno Pessoa, 28 anos, acusou a namorada de ter planejado todo o crime e alegou que só a auxiliou porque foi pressionada.

“Eu tinha me arrependido e ela ficou brigando comigo. Disse que ia fazer sozinha. Então, eu só auxiliei”, deu sua versão. “Antes de ela fazer isso, eu fiquei segurando o braço dela. Passamos 30 minutos ali. Fiquei perplexa, sem movimentar o corpo, e quando vi, ela já tinha dado a primeira facada”, detalhou.

Veja o que a mãe, Rosana Auri da Silva Candido, disse sobre o assassinato:

Kacyla Priscyla disse que se sentia ameaçada pela companheira, mas alegou arrependimento por ter compactuado com o crime.

“Quando ela voltou, depois de jogar a mala [com partes do corpo da criança], chegou estranha, diferente. Perguntei: ‘Você quer se matar e me matar?’. Ela disse: ‘Não’, mas que não estava bem. Ali, eu já abri a porta e preparei os documentos, porque sabia que viríamos parar aqui [na delegacia]”, relatou.

Mais articulada que a companheira, Kacyla ainda afirmou que o menino não pediu por socorro ao receber as facadas. Ele teria dado “um pequeno grito” depois do primeiro golpe, então faleceu. “Ela [Rosana] não queria mais nenhuma ligação com a família paterna. Não queria devolver [a criança], nem dar para ninguém. Queria isso, se livrar dele”, disse.

Veja depoimento da companheira da mãe, Kacyla Priscyla Santiago Damasceno Pessoa:


Fonte: Metrópoles

Comentários Facebook


Facebook


Newsletter


Inscreva-se no boletim informativo da Folha do ES para obter suas atualizações e novidades semanais diretamente em seu e-mail.

© 2019 Folha do ES. Todos os direitos reservados.