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Justiça decide: Amanda Quintas não volta mais à Prefeitura de Presidente Kennedy

Justiça decide: Amanda Quintas não volta mais à Prefeitura de Presidente Kennedy

A decisão da Justiça saiu no início da noite desta terça-feira (28), com a prorrogação de seu afastamento por mais 180 dias, a pedido do Ministério Público Estadual.

  Por Redação

  28.julho.2020 às 21:37Atualizado em 29.julho.2020 às 17:28

A prefeita Amanda Quinta Rangel, eleita pelo PSDB mas atualmente sem partido, não voltará mais à chefia do Executivo de Presidente Kennedy, que tem pouco mais de 11 mil habitantes e o maior PIB per capta do Espírito Santo, devido aos ganhos de royalties de petróleo. A decisão da Justiça saiu no início da noite desta terça-feira (28), com a prorrogação de seu afastamento por mais 180 dias, a pedido do Ministério Público Estadual.

Com isso, o prefeito em exercício Dorlei da Saúde (PSD), que era o vice e assumiu o cargo desde maio de 2019 quando houve a prisão de Amanda até setembro, quando ela foi solta pelo Tribunal de Justiça, vai continuar no cargo até o final do mandato, em dezembro próximo. A decisão alcança também José Augusto Rodrigues de Paiva.

Apesar de afastada, Amanda Quinta continua recebendo seus vencimentos, assim como o servidor Leandro da Costa Rainha, que teve o seu afastamento determinado pelo mesmo período de 180 dias na mesma decisão nos autos do processo 0001270-73.2019.8.08.0041, exarada pela juíza Priscilla Bazzarella de Oliveira, da Vara Única de Presidente Kennedy.

A prefeita e mais José Augusto Rodrigues de Paula, Leandro da Costa Rainha, Marcelo Marcondes Soares, José Carlos Marcondes Soares, Isaías Pacheco do Espírito Santo, Cristiano Graça Souto e a empresa Limpeza Urbana Serviços Ltda foram denunciados pelo Ministério Público em ação civil de improbidade administrativa.

A chamada “Operação Rubi” encontrou indícios de organização criminosa constituída com o fim de lesar os cofres públicos nos municípios de Presidente Kennedy, Marataízes, Jaguaré e Piúma. De acordo com o MPES, Amanda recebia vantagens indevidas pela empresa Limpeza Urbana Serviços Ltda, em pagamentos mensais feitos pelos sócios da empresa, responsável pela limpeza pública em Presidente Kennedy.

O dano patrimonial teria sido de R$ 3,266 milhões e o extrapatrimonial de R$ 6,532 milhões, resultando num monte de R$ 9,8 milhões de danos ao erário.

CLIQUE AQUI E LEIA A ÍNTEGRA DA DECISÃO


Fonte: folhadoes.com

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