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Tribunal diz que pesquisa da FOLHA é correta e nega recurso de Vitor Coelho (PSB)

Tribunal diz que pesquisa da FOLHA é correta e nega recurso de Vitor Coelho (PSB)

O prefeito de Cachoeiro-ES tenta de todas as formas evitar as pesquisas independentes como o da FOLHA.

  Por Jackson Rangel Vieira

  25.outubro.2020 às 15:17Atualizado em 25.outubro.2020 às 15:55

A ação do Prefeito estava cheia de erros jurídicos e seu tiro saiu pela culatra: o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) deu um atestado de seriedade e credibilidade para as pesquisas da FOLHA DO ES/INSTITUTO LEIA. Isso se soma ao seu histórico de 100% de acerto.

Por unanimidade, sete magistrados negaram recurso de Victor Coelho (PSB) e mantiveram sentença do juiz eleitoral a favor da pesquisa. O TRE é formado por, juízes federais, estaduais, desembargadores e Procuradores da República do MPF (o órgão que comanda a Operação Lava Jato).

A má intencionada ação de Victor Coelho tentava desqualificar as pesquisas da FOLHA, das quais já fez uso. Forçou a barra para dizer que a metodologia científica estava errada e, portanto, contra a lei. Só para lembrar que as amostragens do Instituto LEIA apresenta o prefeito em primeiro lugar, mas também com a maior rejeição.

A derrota no Tribunal evidenciou o desespero eleitoral do candidato e sua extrema fragilidade. Caiu em sua própria armadilha, mal orientado pelo neurótico “advogado” do ódio: um viciado em vingança, que agride pessoas escondido atrás da advocacia.

Figura tóxica, esvaziado de causas e sem grandes resultados, ainda é delatado na operação Lava Jato por receber propina da Odebrecht em mãos. Até tentou agredir fisicamente um colega, numa cena grotesca filmada em e viralizada nas redes. Essas são as companhias de Victor Coelho.

A vitória da FOLHA no TRE mostrou não só a seriedade das pesquisas, mas também a litigância de má-fé do Prefeito. A sua ação estava cheia de erros jurídicos dolosos, mal elaborada e com linguagem agressiva. A pesquisa independente incomoda o prefeito.

Perdeu na justiça para a verdade dos fatos, mas também perdeu para si próprio. Nas eleições, o choro é livre, mas a má-fé tem consequências.

O responsável legal pela coligação do PSB, o também advogado José Fernando Martins da Silva, tem que se acautelar em relação a essas ações temerárias e levianas já que a procuração para o "advogado do ódio" é assinada por ele, representante da frente partidária do prefeito


Fonte: folhadoes.com

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