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Atualização: Osmar Silva, da chapa de Fabrício do Zumbi, é conduzido à delegacia

Atualização: Osmar Silva, da chapa de Fabrício do Zumbi, é conduzido à delegacia

O candidato a vice-prefeito na chapa de Fabrício do Zumbi (PDT) Osmar Silva, é levado para prestar esclarecimento na delegacia

  Por Julia F Mothe

  15.novembro.2020 às 12:46Atualizado em 15.novembro.2020 às 13:46

A Polícia Federal iniciou, na madrugada deste domingo (15), a operação Voo da Madrugada visando o combate de derramamento de "santinhos" no dia das eleições municipais de 2020. Um candidato a vice-prefeito de Cachoeiro de Itapemirim foi levado à delegacia da PF para prestar esclarecimentos, Osmar Silva é candidato a vice-prefeito na chapa de Fabrício do Zumbi (PDT). O material de campanha que estava com ele também foi apreendido.

Vice na chapa de Fabrício do Zumbi em Cachoeiro é preso pela PF por  propaganda irregular - Aqui Notícias

Ao todo foram lavrados 13 procedimentos nos estados de São Paulo, Acre, Roraima, Piauí e Maranhão. Mais de 30 pessoas foram conduzidas para as Delegacias da Polícia Federal para prestarem esclarecimentos, dentre essas, dois candidatos a vereadores flagrados distribuindo "santinhos" da própria campanha em Boa Vista/RR, três em Epitaciolândia/AC e um candidato a vice-prefeito em Cachoeiro do Itapemirim/ES. Trinta pessoas foram presas e os materiais de publicidade foram aprendidos. Prática comum nas eleições, os infratores aproveitam a madrugada do dia da votação para distribuírem os "santinhos" dos candidatos nas ruas da cidade, principalmente, nas regiões próximas aos locais de votação. O objetivo é angariar eleitores indecisos que se deslocam ao local de votação apenas para cumprir o seu dever de votar. Assim, esses eleitores utilizariam os santinhos irregularmente derramados como "cola" para registrar seu voto na urna eletrônica.

A legislação eleitoral permite que, até a véspera da eleição, os candidatos distribuam material de campanha. Contudo, a distribuição de qualquer tipo de propaganda eleitoral, no dia da eleição, é ilegal configurando crime de propaganda eleitoral irregular (art. 39, §5º, II da Lei 9.504/97) e possível crime ambiental (art. 54 da Lei 9.605/98), cujas penalidades são detenção, de seis meses a um ano e reclusão, de um a quatro anos, respectivamente, além de multa.

A medida é uma das ações que a Polícia Federal está realizando para combater as práticas criminosas durante as eleições municipais de 2020 e garantir um período eleitoral seguro para a população.

Estagiária supervisionada.


Fonte: Folha do ES

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