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Governo do ES reconhece fraude na compra de álcool em gel para evitar CPI

Governo do ES reconhece fraude na compra de álcool em gel para evitar CPI

As empresas que sofrem o processo de responsabilização por suspeita de fraudar documentos são: Tantum (agora chamada NEURAL EMPREENDIMENTOS) e Forte Ambiental.

  Por Raphael Gomes de Souza

  23.junho.2021 às 17:39Atualizado em 23.junho.2021 às 23:08

A Secretaria de Controle e Transparência (Secont) instaurou o procedimento administrativo de responsabilização na última terça-feira (22). O processo foi aberto 15 dias após a deflagração da Operação Volátil, da Polícia Federal.

O secretário da Saúde, Nésio Fernandes, negou o quanto pode, alegando que o preço superfaturato era em decorrência de escassez do produto. E o governador Renato Casagrande (PSB) temendo abertura de uma CPI na Assembleia diante de escândalo notório.

A abertura do processo foi publicada no Diário Oficial desta quarta-feira (23). De acordo com a PF, também serão apuradas possíveis irregularidades da Forte Ambiental, que apresentou documento fraudulento para comprovar a capacidade da Neural de fornecer os produtos.

A Secont solicitou à Receita Federal informações sobre o faturamento bruto das empresas no ano de 2020. Se o procedimento comprovar que houve irregularidades, as empresas poderão ser suspensas por dois anos de contratar com a administração pública, nas esferas municipal, estadual e federal, e serão obrigadas a ressarcir os cofres públicos.

A FOLHA DO ES fez denuncias sobre o caso em 2020

A FOLHA DO ES já sabia: https://www.folhadoes.com/noticia/politica-denuncia/70501/escandalo-no-es-frente-parlamentar-investiga-compra-milionaria-agua-gel


Fonte: Folha do ES

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