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PSB instala "Gabinete do Ódio" com patrocínio público

PSB instala "Gabinete do Ódio" com patrocínio público

Quem tem o poder acusa daquilo que pratica. Avesso do avesso. A Secretária de Comunicação , Flávia Mignoni, esforça-se para ser um Paul Joseph Goebbels, mas falta-lhe maldade suficiente. É uma malévola mediana.

  Por Jackson Rangel Vieira

  27.junho.2020 às 16:45Atualizado em 27.junho.2020 às 19:49

A política do Espírito Santo é tupiniquim até para criar factoides. Copia do entrevero nacional a expressão da moda esquerdista "Gabinete do Ódio" para aplicar aos opositores dos governos do PSB no Estado, com patrocínio velado de verba pública e criação de sites laranjas criados no ano corrente quando acontecem as eleições municipais.

Para atacar meios de comunicação e jornalistas, a maioria ativista ou militante políticos, com linha editorial independente, o Governo do Estado, exemplo, contrata serviços desqualificados e tacanhos da Imprensa mercantilista a exemplo de A Gazeta. O governador a pré-campanha não cansava de chamar o grupo de "mídia podre" pela discriminação que sofria em detrimento do então governador Paulo Hartung.

Gastam milhões para proteger um poder embriagado, criando esse "Gabinete de Baal". A operadora macarthista de origem, antes da onda vermelha dos EUA - é a secretária Estadual de Comunicação, Flávia Mignoni . Patrocina acusação contra os que resistem ao sistema tóxico do socialismo capixaba. Parece que o Palácio Anchieta está assombrado.

Vale lembrar que foi a Secretária Flávia Mignone que produziu acusações falsas contra a mulher do Governador PH, na campanha de 2014, destilando ódio irracional de forma covarde para perseguir e machucar a família do então adversário Hartung, que se elegeu Governador. A ex primeira dama, Cristina Gomes, foi absolvida de todas as acusações dos falsos crimes, frutos de factoides do PSB.

Esse pessoal acha que vai passar incólume pela efemeridade do poder no seu vale obscuro. Passa rápido e vão ter que empreender forças para não saírem presos antes de terminar o mandato.

O governador Casagrande se não sabe como agem seus chacais é um líder dissimulado e refém ou cúmplice da traquinagens de alguns dos seus assessores, como do Secretário de Governo, Tyago Hoffmann, e um diretor da Cesan. Além de outros apêndices. Uma decepção de líder que forçou apresentar-se estatista, quando caminha para se revelar um falso moralista.

O papel da imprensa independente é não se vergar a esses coliformes fecais do poder público que se servem com volúpia, indiferentes ao povo capixaba sofrido. Não se fustiga jornalista com mentiras e covardia, tirando pela mesma régua, profissionais vendilhões.

Na província da Capital Secreta, Cachoeiro de Itapemirim-ES, o governo municipal adestrado utiliza o mesmo recurso. Perseguir um jornalista e militante político como fizeram a pouco com Alan Fardin Simonato, do site Opiniaoes.com, é de uma pusilanimidade sem métrica. Victor Coelho e seus patronos vão pagar caro na alma, no corpo e no espírito.

A venalidade de A Gazeta não será suficiente contra a mídia independente. A Gazeta, por exemplo, não conseguirá retirar as duas acusações no MPES do Secretário Estadual do Governo. E a outra na Bahia. Não vai livrar a rejeição das contas da Secretaria Estadual da Comunicação. Nessa, história, nem amante salva amante. Nessa equação, o Legislativo Estadual ainda não entrou.

Por esse caminho, nada ficará como está ! A invenção do "Gabinete do Ódio" terá efeito bumerangue. Fora do Governo do PSB, inexiste "Gabinete do Ódio".


Fonte: folhadoes.com

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