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Cachoeiro completa 153 anos de emancipação sem festividades

Cachoeiro completa 153 anos de emancipação sem festividades

Conheça um pouco de sua história

  Por Redação

  25.março.2020 às 14:36Atualizado em 25.março.2020 às 14:59

Cachoeiro de Itapemirim completa hoje 153 anos, porém sem festividades. Em pleno caos provocado pela pandemia do coronavírus, muitos se quer se lembraram que hoje (25), a maior cidade do Sul do Estado, está completando mais um ano de emancipação política.

Com uma população de 220,000 habitantes, sendo que um pouco mais de 160.000 habitantes residentes da sede, e o restante nos 10 distritos: Burarama, Conduru, Córrego dos Monos, Coutinho, Gironda, Itaoca, Pacotuba, São Vicente, e Vargem Grande do Soturno, ele é considerado o quinto município mais populoso do Espírito Santo.

A cidade é nacionalmente e carinhosamente conhecida por causa da música ``Meu Pequeno Cachoeiro``, composta por Raúl Sampaio e interpretada por Roberto Carlos, nascidos na cidade.

• História

A história de Cachoeiro de Itapemirim começa em 1812, quando o donatário da capitania do Estado, Francisco Alberto Rubim, teve a tarefa de povoar o Estado. A primeira casa só foi construída no ano de 1846 por Manoel de Jesus Lacerda, logo depois, foram surgindo as primeiras casas comerciais no centro da vila, perto da antiga matriz do Senhor dos Passos, sede da freguesia de São Pedro de Cachoeiro de Itapemirim.

A data da emancipação não foi escolhida por acaso. Era o aniversário da primeira e única Constituição do Brasil Império, que fora outorgada por D. Pedro I em 25 de março de 1824.

• Berço de grandes artistas

O município é conhecido pelo mundo como berço de grandes artistas, como o cantor e compositor Roberto Carlos; a atriz Luz del Fuego; um dos mais importantes cronista brasileiro, Rubem Braga; o compositor Sergio Sampaio; produtor musical e diretor Carlos Imperial; o ator Jece Valadão e também da atriz Darlene Glória, entre outros.

• Capital Secreta

Desde a década de 60, Cachoeiro de Itapemirim ficou conhecido como Capital Secreta. Davi Loós explica que existem duas versões para o 'apelido'. Todas estão ligadas ao cronista Rubem Braga. A mais aceita é que Vinícius de Moraes era amigo de Rubem Braga e ele teria ficado impressionado, pois a cidade era pequena e tinha muita cantores, muitas pessoas de expressão. Talvez ele tenha ironizado, mas Rubem passou a adotar isso e disseminou. A outra versão é que ele mesmo teria dado esse nome.


Fonte: Folha do ES

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