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Vereador denuncia escândalo na Saúde de Atílio Vivácqua-ES

Vereador denuncia escândalo na Saúde de Atílio Vivácqua-ES

Renan Correa (PRB) descobriu uma verdadeira máfia na Saúde do Município que beneficiava gestores e até assessores e vereadores de Cachoeiro de Itapemirim-ES

  Por Jackson Rangel Vieira

  21.dezembro.2021 às 14:37Atualizado em 21.dezembro.2021 às 15:48

O vereador Renan Correa (PRB) descobriu no seu Município, Atília Vivácqua, esquema de desvio de exames, prevaricação e improbidade na área da Saúde, envolvendo o Consórcio Público da Região Pólo Sul, o Cim Pólo Sul, composto atualmente por 11(onze) municípios. Gestores estavam desviando exames para familiares e vereadores de Cachoeiro de Itapemirim, uma máfia atuante sob comando de políticos cachoeirenses, enquanto atilienses penam nas filas de espera.

A diretora da Secretaria afastada, Adriana Micenio oliveira, prevaricava beneficiando toda família e havia o elo político, de Cachoeiro de Itapemirim, seu esposo, Rogério Gomes Pereira Melo, assessor e braço direito do vereador de Cachoeiro, Vandinho da Padaria (PSDB). Ele, através da esposa, organizava agenda de exames de cachoeirenses na conta da Saúde de Atílio Vivácqua.

Vereadores

O vereador de Cachoeiro, Adriano Pereira Verediano (PSDB), conhecido como Mestre Gelinho, chegou a fazer exame, ele próprio, de endoscopia, indicado pelo colega Vandinho da Padaria que já conhecia o esquema pelo seu assessor, subtraindo dos atilienses o direito à saúde. Um procedimento Administrativo de Investigação (PAD) está aberto e intimando todos os personagens desse esquema nefasto para os cofres de Atílio Vivácqua e do Consórcio Pólo Sul que está sob a responsabilidade da Superintendência Regional Sul. Algo escandaloso que merece punição exemplar.

O Mestre Gelinho, nos bastidores, disse que usar o sistema de Atilio Vivácqua, fora do seu domicílio (crime) era mais rápido do que em Cachoeiro. Segundo ele, o assessor do Vandinho da Padaria quem o conduziu a este caminho. Se Vandinho da Padaria não sabe de nada, algo quase impossível, o mínimo será exonerar o assessor por práticas não republicanas e criminosas.

O vereador Renan Correa já entrou com denúncia no Ministério Público e no Ministério de Contas do Tribunal. Investigar , ainda, se existiu dinheiro federal dentro do Consórcio do seu Município pela pandemia. Então, acionará o Ministério Público Federal e a própria Polícia Federal. "Isto pode ser a ponta do iceberg, pois outros Municípios podem estar aderindo a esta prática criminosa. O cidadão atiliense exige respeito e resposta. Vamos nos aprofundar na fiscalização de fato gravíssimo que merece uma CEI na Câmara de Vereadores.

Mais detalhes serão divulgados sobre este esquema criminoso da Máfia dos Exames.


Fonte: FOLHA DO ES

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