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Secretário de Assistência Social de Presidente Kennedy-ES é preso

Secretário de Assistência Social de Presidente Kennedy-ES é preso

Secretário de assistência social de Presidente Kennedy foi preso na manhã deste sábado (11) (Foto: Reprodução/Facebook)

  Por Redaçao

  11.maio.2019 às 18:17Atualizado em 11.maio.2019 às 18:30

Foi preso neste sábado (11) o secretário de Assistência Social de Presidência Kennedy, município localizado no Sul do Estado. A prisão aconteceu em mais um desdobramento da Operação Rubi, deflagrada pelo Ministério Público do Espírito Santo (MPES).

O ex-secretário foi preso em sua residência e ainda neste sábado será encaminhado para o Centro de Detenção Provisória de Marataízes (CDP).

Segundo o Ministério Público, Leandro estava na casa da prefeita do município, Amanda Quinta, quando houve o flagrante do recebimento de propina de R$ 33 mil na quarta-feira (8). Ele chegou a ser levado para a delegacia após o flagrante, mas, foi liberado pela Polícia Civil naquela ocasião. Além do ex-secretário, o contador Isaias Pacheco do Espírito Santo também foi preso.

Rainha estava afastado de seu cargo desde quinta-feira (9) a pedido do Ministério Público. Ele é suspeito de integrar um esquema onde agentes públicos e servidores municipais recebiam propina de empresários dos ramos de limpeza pública e transporte coletivo como contraprestação a benefícios financeiros em licitações e contratos e possível enriquecimento indevido dos envolvidos.

A Operação

A operação batizada como Rubi foi deflagrada pelo MPES, por meio da Subprocuradoria-Geral de Justiça Judicial e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), com o apoio do Núcleo de Inteligência da Assessoria Militar do MPES e da Polícia Militar.

Na mesma operação, outras seis pessoas foram presas. Entre elas, Amanda Quinta Rangel, acusada de receber propina de empresários. De acordo com o MPES, Amanda recebia mensalmente em sua residência pagamento de propina de um empresário, que também está preso.

Os crimes investigados estão previstos no Dec-Lei nº 201/67, na lei nº 12.850/13 (organização criminosa), lei nº 8.666/93 (fraude em licitações), Lei n. 9.613/98 (lavagem de dinheiro), além de corrupção ativa, passiva e falsidade documental.


Fonte: Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES)

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