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O caso Neymar mostra a mutação no mundo do sexo

O caso Neymar mostra a mutação no mundo do sexo

Da homossexualidade à zoofilia, do incesto ao feminicídio

  Por Jackson Rangel Vieira

  09.junho.2019 às 07:22

A onda feminista eclodiu nos anos 70 e depois foi progredindo com conquistas por meio de marchas e elaboração de leis por direitos iguais. Os EUA, com suas celebridades, lideraram recentemente movimento denominado "NOW" (agora), denunciando assédios sexuais sofridos há décadas ou recentes, implodindo Hollywood com atores e diretores sendo criminalizados, alem das carreiras destruídas.

Percebe-se, primeiramente, independente das verdades e mentiras como adornos desse cenário turvo e obscuro, é que a sexualidade tanto das pessoas famosas quanto de gente mais simples, na barra da pirâmide social, as relações entre mulher e homem descambou para um espetáculo crítico, construindo uma nova era de atuação no mundo do sexo.

O falso moralismo ganhou força extremada, quase terrorista, no trato sociológico dessas chamadas lutas por direitos iguais e liberais entre os seres das mesmas espécies. Uma cantada ou flerte pode levar o homem - maior ignorante no trato dessa nova realidade - ao fichamento na delegacia ou na condição de réu na Justiça sob acusação de assédio sexual e moral.

O caso Neymar Júnior, jogador de futebol celebridade da nova geração, mostra uma face dessa escuridão nas relações entre homem e mulher. Acusado de estupro ou agressão, visivelmente a libido do craque o expôs a uma situação típica de explicar que fubá não é angu. Está sofrendo um linchamento público mundial sem tempo para término, sendo inocente.

A relação homo afetiva - entre dois homens ou duas mulheres - nem é mais objeto de discussão na sociedade ocidental, sendo uma realidade impositiva e propagada em marketing como politicamente correta em todos os meios de comunicação e setores culturais "progressistas. A religião foi vencida com mandamentos bíblicos e toda orientação cristã.

Nessa confusão toda, o que é certo e o que é errado na troca de sinais entre casal, excluindo o óbvio, constituição de crime previsto em lei sem subjetividade, os seres humanos partem para outras vertentes nas suas práticas sexuais em rápida evolução numérica. Registros de incestos recorrentes e crescentes práticas de zoofilia.

As redes sociais se tornaram e contribuíram para gestar uma sociedade sem limites nas relações humanas dentro da sexualidade. As mulheres se tornaram mais "putas" e os homens mais "putos", caindo num abismo desconhecido da libido estimulada pelo visual e pelo conteúdo ilusionista. Aumento de divórcios e de feminicídio.

É o destrono das relações chamadas naturais e o retorno da vivência hedonista numa sociedade descarrilhada em todos os campos da vida, sem nenhum avanço quanto ao entendimento entre o pênis e a vagina.


Fonte: folhadoes.com

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